
Quem pode, pode. Nem seria preciso exercer tanto magistério de força. Esta sempre estará mais do lado de quem tem poder. E a quem não o tem ou não o tem tanto, restará lembrar-se de que há mais mundo...muito mais mundo haverá, certamente!
Deste lado, o exercício da indiferença, que o espaço promulgado não será tão importante assim. Talvez só importante mesmo para quem o usa como o seu corredor restrito de capelas e interesses, mais ou menos particulares. Alinhar não é a nossa marca. Nunca muito o foi. É esse o nosso único, perene e enormíssimo poder, talvez a nossa fraqueza, dirão alguns interessados.
Siga a procissão, costuma dizer o povo. Em favor da nossa inteligência...
Parabéns!
Ad eternum
Pap...