Aliás, não consigo me lembrar de uma só (his)tória deste livro em que o intrigante, o melancólico e o tétrico não se confundam com o hilário. Rodrigo Pereira é de um bom-humor ímpar, até mesmo ─ e principalmente ─ quando está falando de coisas sérias. Não sei se você (vai notar), leitor, mas a comparação é (...) inevitável: este é o humor de Dostoiévski."
Frederico Oliveira de Araújo, escritor, professor e diplomata, Cônsul Adjunto em Lisboa.
